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DEBB11

Renda Fixa
R$ 12,40
+ 0,08%
Nome do fundo
BTG PACTUAL TEVA DEBÊNTURES DI FUNDO DE ÍNDICE

O DEBB11 é o primeiro ETF de crédito privado do Brasil.

Com uma carteira altamente alocada, o DEBB11 replica o Índice Teva Debêntures DI e oferece acesso simples e diversificado à classe de ativos com liquidez de bolsa e baixo custo.

CNPJ
45.064.129/0001-00
Tipo de ativo
ETF
Gestor
BTG Pactual Asset Management S.A. DTVM
Administrador
BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM
Índice
Índice Teva Debêntures DI
Provedor do índice
Teva Indices
Região
Brasil
Lançamento
28/06/2022
Número de cotistas
961
Taxa de administração primária
0,60%
Taxa de administração total
0,60%
Patrimônio líquido
R$ 45.789.398,57

O que é o DEBB11?

O DEBB11 é um fundo de índice (ETF) que tem como objetivo replicar o desempenho do Índice Teva Debêntures DI. Trata-se do primeiro ETF de crédito privado do Brasil, com uma carteira composta por debêntures das mais diversas empresas.

Por ser formado por títulos de dívida, ele é considerado um ETF de renda fixa. Ou seja, assim como títulos públicos, como Tesouro Selic e IPCA+, o DEBB11 é um tipo de investimento que, embora esteja sujeito a variação de preço, têm retornos que podem ser previstos pelo investidor com mais facilidade. Nesse sentido, difere-se de ações na medida em que há menor risco, uma vez que se trata de uma classe de ativos com menos volatilidade.

No limite, investir no DEBB11 quase sempre irá te garantir retornos positivos no longo prazo. Não é sempre pois, em momentos de crises globais, como a do COVID-19, esse tipo de investimento também é afetado, como qualquer outro.

No entanto, o fato de o DEBB11 ser um ETF permite grande vantagem com relação aos fundos de crédito tradicionais: é 90% alocado em debêntures. A maioria dos outros fundos de crédito privado não conseguem uma alocação tão alta. Existe uma série de vantagens em relação a esse tipo de fundo, que serão exploradas com mais detalhes mais para a frente.

Como o índice de referência é calculado?

O Índice Teva Debêntures DI busca medir o retorno de um investimento por meio de uma carteira teórica composta por debêntures com remuneração DI + Spread e Letras Financeiras do Tesouro (LFTs). A carteira é rebalanceada mensalmente e ponderada pelo valor de mercado das debêntures que atendam aos critérios de elegibilidade.

São elegíveis debêntures com valor de emissão superior a R$ 300 milhões, com volume mensal de negociação no mercado secundário igual ou superior a R$ 10 milhões em cada um dos dois meses anteriores ao rebalanceamento e 40% dos dias com negociação em cada um dos dois meses anteriores ao rebalanceamento. Além disso, são elegíveis LFTs com negociação mínima de R$ 100 milhões em cada um dos dois meses anteriores à data de rebalanceamento.

O peso total na carteira é de 90% para debêntures e de 10% para LFTs em cada rebalanceamento. Para cada debênture é atribuído um peso proporcional ao seu valor de mercado, com um limite agregado de 4,5% por emissor em cada rebalanceamento.

DEBB11 vs outros ETFs de renda fixa

Atualmente existem outros oito ETFs de renda fixa listados na B3. São eles: IMAB11, IB5M11, IMBB11, B5P211, IRFM11, B5MB11, LFTS11 e FIXA11. No entanto, o DEBB11 tem um grande diferencial em relação aos demais: é formado por crédito privado. Enquanto esses outros fundos investem em títulos públicos, como LTNs e LFTs, o DEBB11 investe em títulos corporativos, as debêntures.

A vantagem desse tipo de título em comparação com os públicos são os retornos: as debêntures na carteira do DEBB11 têm remuneração do tipo DI + Spread, ou seja, estão sempre acima do DI em termos de rentabilidade. Em comparação com outros títulos de renda fixa, as debêntures fornecem retornos acima da média.

Outro fator que explica esse maior retorno das debêntures em comparação com os títulos públicos é o risco. Acontece que não há o risco de crédito das empresas no caso dos títulos públicos no geral, já que são emitidos pelo governo, contendo apenas o risco de crédito soberano do país, que é consideravelmente menor e geralmente nem levado em conta pelos investidores.

Já as debêntures são títulos corporativos, emitidos pelas empresas, de forma que há uma chance de a empresa não conseguir cumprir com suas obrigações financeiras, ou entrar em falência. Nesse caso, o detentor do título não seria pago, o que poderia prejudicar a performance do fundo.

É também por isso que os retornos das debêntures são mais altos: existe um prêmio de risco para compensar essa possibilidade de inadimplência por parte das empresas. No entanto, apesar de esse risco existir, os danos seriam bem mitigados por conta da diversificação: no último rebalanceamento o índice contou com 112 ativos, de forma que, mesmo que uma empresa específica dê calote, a presença de títulos de outras empresas na carteira faz com que o retorno do índice não seja tão afetado.

DEBB11 vs Fundos ativos de Crédito Privado

Além do DEBB11, que é um fundo de gestão passiva listado em bolsa que investe em debêntures, existem também os fundos de crédito privado de gestão ativa, que são fechados e seguem o modelo tradicional de fundos de investimento. Ou seja, há um gestor profissional responsável por selecionar e acompanhar quais ativo farão parte da carteira do fundo.

As diferenças entre o DEBB11 e esses fundos de crédito privado são as mesmas existentes entre um ETF e um fundo de gestão ativa: transparência, custos, praticidade, tributação, etc. Enquanto os fundos ativos de debêntures giram sua carteira conforme vontade do gestor e não são tão transparentes para o investidor, o DEBB11 sempre irá seguir seu índice de referência, e, portanto, conta com bastante transparência. O investidor sempre pode saber, diariamente, quais debêntures fazem parte do fundo em que ele está investindo.

Outra vantagem clara do DEBB11 são os custos: por ser um fundo indexado, a gestão é bem mais simples e, portanto, há uma taxa de administração mais baixa. Essa taxa para o DEBB11 é de apenas 0,6% ao ano, enquanto a de fundos ativos costuma ser maior do que 1,0%. Pode não parecer muita coisa aos olhos do investidor casual, mas é um percentual que faz bastante diferença, especialmente no longo prazo.

Além disso, outro benefício de investir em debêntures através do DEBB11 é a questão da simplicidade. Por ser listado em bolsa, é um investimento prático e de fácil resgate, com liquidez de D+1.

Por fim, um grande diferencial do DEBB11 em relação a outros fundos de crédito é a questão da tributação e da tributação diferenciada. Acontece que ETFs de crédito não cobram taxa de performance e não têm incidência de come-cotas.

Carteira do índice

Atualmente (carteira de 02/01/2023) o Índice Teva Debêntures DI conta com 105 debêntures de 74 emissores em seu portfólio, permitindo que o investidor invista em títulos corporativos de forma diversificada através de um único ETF. Além disso, 10% da carteira é composta por LFTs, e os 5 emissores de maior peso são Águas do Rio (4,5%), Hapvida Participações e Investimentos (4,5%), Iguá Rio de Janeiro (4,5%), Rede Dor São Luiz (4,5%) e Cosan (3,91%).

Vale a pena comprar DEBB11?

Na opinião dos melhores e mais experientes especialistas em investimentos ao redor do mundo, todo investidor deve compor sua carteira com renda variável e renda fixa. Assim sendo, o DEBB11 acaba sendo uma boa alternativa para a segunda parte da carteira, especialmente considerando que traz mais retorno do que seus concorrentes.

Devido ao alto preço dos ativos, à dificuldade de diversificação e aos spreads elevados na compra e venda, investir em debêntures não é algo trivial, e poucas pessoas o fazem. O DEBB11 é uma alternativa que facilita a vida do investidor: permite que ele tenha exposição às debêntures de forma muito diversificada e simples, através de uma única operação na bolsa de valores. Através desse ETF, é possível investir a partir de aproximadamente R$ 10,00 em uma carteira diversificada, e com liquidez em bolsa.

Ícone de semicírculoRetornos Mensais

JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDezAno
20240,8%1,2%2,1%
DI1,0%0,6%1,7%
% DI81,4%193,4%124,7%
20231,0%-0,6%0,7%0,7%2,4%0,4%1,5%1,8%1,3%1,1%1,3%0,6%12,9%
DI1,2%0,9%1,2%0,9%1,1%1,1%1,1%1,1%1,0%1,0%0,9%0,9%13,1%
% DI87,0%63,0%80,0%211,0%33,2%140,7%161,1%132,1%110,4%137,0%68,0%98,9%
20220,1%1,2%1,1%1,4%1,1%1,2%1,0%7,3%
DI0,1%1,0%1,2%1,1%1,0%1,0%1,1%6,7%
% DI101,6%115,5%92,7%127,2%103,5%121,1%96,4%109,2%

O retorno do benchmark é relativo ao período de negociação do ETF de forma a torná-los comparáveis.

Ícone de semicírculoCarteira

Referência: Jan/2024
Ativos % do PLGráfico
Outros11,13%
CELG123,05%
TBSP112,19%
ELET222,02%
BTEL122,01%
ANHBA41,39%
BSA3161,38%
CIEL161,35%
ELET241,34%
CMGD191,33%

Ícone de semicírculoMétricas de Risco/Retorno

Desvio PadrãoÍndice SharpeRetorno
No ano5,19%0,592,06%
12 meses6,44%0,3314,81%
Últimos 3 anos---
Max. Drawdown-2,84%
Data Max. Drawdown06/07/2023
Tempo de recuperação (dias)54

Ícone de semicírculoSpread entre o preço de fechamento e o valor patrimonial da cota

Ícone de semicírculoDrawdown

Ícone de semicírculoEvolução do PL

Ícone de semicírculoNúmero de Cotistas

Ícone de semicírculoComentários

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